Buscavidas

Por Carlos Trillo e Alberto Breccia

Capa dura
Formato 21 x 28,5 cm
144 páginas
ISBN 9786500105872

“Por que viver a própria vida, se há tantas largadas por aí?” É o que se pergunta Buscavidas, um estranho colecionador de confidências, sempre disposto a escutar as histórias que atormentam os outros.

Seja nos bares, no trem, no antiquário ou no meio da rua, ele mostra um talento especial para encontrar os protagonistas de anedotas e desventuras que cataloga e arquiva em sua biblioteca particular, testemunho de uma humanidade triste e desesperada.

R$ 69,90
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Sobre a obra

“Por que viver a própria vida, se há tantas largadas por aí?” É o que se pergunta Buscavidas, um estranho colecionador de confidências, sempre disposto a escutar as histórias que atormentam os outros. Seja nos bares, no trem, no antiquário ou no meio da rua, ele mostra um talento especial para encontrar os protagonistas de anedotas e desventuras que cataloga e arquiva em sua biblioteca particular, testemunho de uma humanidade triste e desesperada.

Publicado originalmente entre 1981 e 1984, Buscavidas nasceu da colaboração entre Carlos Trillo e Alberto Breccia, dois dos maiores nomes dos quadrinhos argentinos. Esta edição inclui a história Caleidoscópio, homenagem a Héctor Germán Oesterheld, que promove o encontro entre Buscavidas e os protagonistas de Mort Cinder. A edição tem acabamento de luxo, com formato grande, capa dura com verniz localizado, 144 páginas em preto e branco, impressas em papel offset de alta gramatura, além de um marcador de páginas exclusivo.

Review do canal Comix Zone

Sobre os autores

Carlos Trillo

Carlos Trillo nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1943. Iniciou sua carreira em 1963, trabalhando como colunista esportivo, publicitário e redator de revistas destinadas ao público feminino. Ao longo de seus 50 anos dedicados aos quadrinhos, colaborou com grandes artistas como Domingo Mandrafina (A Grande Farsa, Spaghetti Brothers), Alberto Breccia (Buscavidas, Viajante de Cinza), Enrique Breccia (Alvar Mayor), Horacio Altuna (O Último Recreio, Charlie Moon), Jordi Bernet (Custer, Light & Bold) e Eduardo Risso (Borderline, Chicanos). Ganhou importantes prêmios, como o Yellow Kid no Salão de Lucca (Itália, 1978 e 1996); o prêmio de Melhor Roteirista no Salão de Quadrinhos de Barcelona (Espanha, 1984); e o prêmio de Melhor Roteiro por A Grande Farsa, no Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême (França, 1999). Trillo é considerado o mais importante autor dos quadrinhos argentinos, depois de Héctor Oesterheld. Faleceu em 2011, em Londres, aos 68 anos de idade
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Alberto Breccia

Alberto Breccia nasceu em Montevidéu, Uruguai, em 1919, mas aos três anos se mudou com sua família para a Argentina. Iniciou sua carreira como quadrinista aos 19 anos, em uma revista de bairro chamada Acento. Seu trabalho começa a ser reconhecido a partir de Vito Nervio, publicado na revista Patoruzito, entre 1947 e 1959. No final da década de 1950, por intermédio de Hugo Pratt, conheceu o roteirista Héctor Germán Oesterheld, com que realizaria algumas de suas obras mais significativas, como Sherlock Time, Mort Cinder e uma nova versão de O Eternauta. Em 1973, com textos do poeta Norberto Buscaglia, realiza uma adaptação de Os Mitos de Cthulhu, de H. P. Lovecraft. Com o roteirista Carlos Trillo, colabora na realização de Um Tal Daneri, Viajante de Cinza, Buscavidas e diversas histórias curtas. Em 1983, começa a produção de Perramus, em parceria com Juan Sasturain. Além das adaptações de Edgar Allan Poe, em seus últimos anos adapta contos de escritores como Borges, García Márquez, entre outros. Informe Sobre Cegos, baseado no livro Sobre Heróis e Tumbas, de Ernesto Sabato, seria uma de suas últimas obras. Breccia é considerado hoje um dos artistas mais im­portantes da história dos quadrinhos, tendo recebido importantes prêmios ao longo de seus mais de 50 anos dedicados ao desenho, como o Yellow Kid no Salão de Lucca (Itália, 1977); o Grande Prêmio do Salão de Quadrinhos de Barcelona (Espanha, 1984); e o prêmio da Anistia Internacional, por Perramus (Bélgica, 1988). Faleceu em 1993, em Buenos Aires, aos 73 anos de idade.
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