O Eternauta 1969

Por Héctor Oesterheld e Alberto Breccia

Capa dura
Formato 21 x 28,5 cm
64 páginas
ISBN 9788562848100

Influenciado por A Guerra dos Mundos de H.G. Wells, Héctor Germán Oesterheld publica, entre 1957 e 1959, O Eternauta. Nesse clássico dos quadrinhos mundiais, acompanhamos a invasão de Buenos Aires por uma raça extraterrestre conhecida como “Eles”. Ao longo da trama, repleta de reviravoltas e personagens incríveis, o protagonista Juan Salvo resiste a alienígenas, viaja no tempo e, apesar de si mesmo, se torna o legatário final de toda a humanidade. Dez anos depois, em 1969, à convite da revista Gente, Oesterheld se debruça novamente sobre seu magnum opus e nos oferece um remake abrangente.

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Sobre a obra

Influenciado por A Guerra dos Mundos de H.G. Wells, Héctor Germán Oesterheld publica, entre 1957 e 1959, O Eternauta. Nesse clássico dos quadrinhos mundiais, originalmente ilustrado por Francisco Solano López, acompanhamos a invasão de Buenos Aires por uma raça extraterrestre conhecida como “Eles”.

Ao longo da trama, repleta de reviravoltas e personagens incríveis, o protagonista Juan Salvo resiste a alienígenas, viaja no tempo e, apesar de si mesmo, se torna o legatário final de toda a humanidade. Dez anos depois, em 1969, à convite da revista Gente, Oesterheld se debruça novamente sobre seu magnum opus e nos oferece um remake abrangente. Os desenhos desta nova versão ficam a cargo do uruguaio Alberto Breccia, com quem Oesterheld havia colaborado em outras obras, como Mort Cinder e Sherlock Time.

O autor não apenas muda a história em detalhes, dando a ela um tom político mais acentuado, como o estilo surreal de colagem de Alberto Breccia cria um mundo totalmente novo, mais sombrio e distópico. O Eternauta 1969 não é apenas uma grande obra de ficção científica, é um documento contemporâneo de alta tensão da esquerda argentina do final dos anos 1960. A edição tem acabamento de luxo, com formato grande, capa dura com verniz localizado, 64 páginas em preto e branco, impressas em papel offset de alta gramatura.

Review do canal Comix Zone

Sobre os autores

Héctor Oesterheld

Héctor Germán Oesterheld nasceu em Buenos Aires em 1919. Geólogo de formação, enveredou pela literatura desde a juventude. Escreveu inúmeros relatos breves de ficção científica e romances, e publicou em revistas como Misterix, Frontera e Hora Cero. Nesses títulos apareceram importantes obras, como Sargento Kirk, Bull Rocket, Ernie Pike, Sherlock Time, Mort Cinder e a saga de ficção científica O Eternauta, parceria com Francisco Solano López, que se tornaria a obra mais célebre da dupla e um clássico das HQs mundiais. Os primeiros trabalhos de Oesterheld, na década de 1950 e princípio dos anos 1960, contêm críticas sutis ao capitalismo, ao colonialismo e ao imperialismo. À medida que transcorre a década, seu compromisso político aumenta e sua ideologia se torna mais definida: em parceria com Alberto Breccia, fez as biografias em quadrinhos de Che Guevara e Evita Perón, em 1968, e uma segunda versão de O Eternauta, com mudanças no roteiro que deram um forte tom político à obra. Em 1977, foi sequestrado pelas Forças Armadas da ditadura, junto com suas quatro filhas (duas das quais estavam grávidas na época). Estima-se que o autor e sua família foram assassinados pelos militares em 1978. Seus corpos nunca foram encontrados. O legado de Oesterheld é amplo e sua influência se estende a artistas de novas gerações e diversos meios. É considerado como um dos pais do quadrinho argentino moderno.
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Alberto Breccia

Alberto Breccia nasceu em Montevidéu, Uruguai, em 1919, mas aos três anos se mudou com sua família para a Argentina. Iniciou sua carreira como quadrinista aos 19 anos, em uma revista de bairro chamada Acento. Seu trabalho começa a ser reconhecido a partir de Vito Nervio, publicado na revista Patoruzito, entre 1947 e 1959. No final da década de 1950, por intermédio de Hugo Pratt, conheceu o roteirista Héctor Germán Oesterheld, com que realizaria algumas de suas obras mais significativas, como Sherlock Time, Mort Cinder e uma nova versão de O Eternauta. Em 1973, com textos do poeta Norberto Buscaglia, realiza uma adaptação de Os Mitos de Cthulhu, de H. P. Lovecraft. Com o roteirista Carlos Trillo, colabora na realização de Um Tal Daneri, Viajante de Cinza, Buscavidas e diversas histórias curtas. Em 1983, começa a produção de Perramus, em parceria com Juan Sasturain. Além das adaptações de Edgar Allan Poe, em seus últimos anos adapta contos de escritores como Borges, García Márquez, entre outros. Informe Sobre Cegos, baseado no livro Sobre Heróis e Tumbas, de Ernesto Sabato, seria uma de suas últimas obras. Breccia é considerado hoje um dos artistas mais im­portantes da história dos quadrinhos, tendo recebido importantes prêmios ao longo de seus mais de 50 anos dedicados ao desenho, como o Yellow Kid no Salão de Lucca (Itália, 1977); o Grande Prêmio do Salão de Quadrinhos de Barcelona (Espanha, 1984); e o prêmio da Anistia Internacional, por Perramus (Bélgica, 1988). Faleceu em 1993, em Buenos Aires, aos 73 anos de idade.
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